9 de outubro de 2009

Nota 10

Acabei de ler e dei nota 10 a "Ser é o bastante", sobre felicidade, simplicidade, prufundidade, Sermão do Monte etc...

Nota 10 porque o livro não é dogma, é liberdade pura.

O capítulo que fala das riquezas e de como elas produzem ansiedade é tão perfeito que eu lia sem acreditar que alguém poderia ter essas sacadas e escrevê-las de forma tão simples, direta e ao mesmo tempo poderosa.

O título já diz tudo.

É uma luta diária encontrar sentido nessa caminhada de tentar ser parecido com Jesus, cheio de amor, do fruto do Espírito. Mudar a minha realidade. Ser gente. Humano, a despeito da desumanidade do meu tempo.

Putz, são tantas reflexões...
8 de outubro de 2009

Sentido da vida?

Escrevi isso em 2006, no LIDERA. Achei agora:

"Visão é um sentido;
A realidade eu vejo com os olhos;
O ideal eu vejo com os sonhos;
E o sentido eu obtenho com a luta para realizar os sonhos;
De mudar a realidade que eu vejo com os olhos."

É mole?
5 de outubro de 2009

Ser é o bastante


Estou lendo o livro cujo título é o mesmo desse post. Ele foi escrito por Carlos Queiroz e é por isso que a leitura está fluindo formidavelmente. Parece que eu não estou lendo, mas conversando com o Autor. Parece que se eu parar de ler e fechar os olhos, ouço a voz dele.


O livro trata da felicidade à luz do sermão do monte (Mt.5 etc), mas me

deparei com a seguinte reflexão:

"O discípulo vive permanentemente o conflito de independência da multidão e de cumplicidade com ela. A nova comunidade não é um mosteiro alienado, isolado da multidão, é uma família cuja casa permanece de portas abertas acolhendo pessoas."

É mole? Independência mas cumplicidade...e tem gente dependente...e tem gente que não está nem aí com a multidão...

Bom começo...

1 de outubro de 2009

Seguir a Jesus

Acabei de ler, depois de um tempo muito corrido de trabalho e outras batalhas pessoais, o livro "Os caminhos de Jesus e os atalhos da Igreja", de Eugene Peterson. O livro é bom; deve ser "degustado" com moderação; e deve ser lido em meditação. Por isso também demorei tanto.

Mas vale a pena. Em resumo, diz: escreve-se, fala-se, prega-se.....sobre Jesus, mas pouca gente O segue. Igrejas se preocupam com um milhão de coisas, mas não valorizam o seguir os caminhos de Jesus, com todo o fruto do Espírito (Gl 5:22), que resume o sermão do monte (Mt.5) e inspira a poesia de 1Co 13 sobre o amor.

Estou cada vez mais encantado com esse caminho de autonegação, sacrifício (tome sua cruz) e alegria em comunidade.

Me espanto com a graça. Semestre passado, falando num encontro promovido na igreja para jovens, utilizei a seguinte ilustração:

http://www.youtube.com/watch?v=DADApKV1N1A&feature=player_embedded

É mole ou quer mais? Vamos seguir a Jesus, sem atalhos. Naquele dia, menos importando o tamanho do meu "arquivo vermelho", estarei tranquilo.
4 de setembro de 2009

Sobre as tentações

Esse livro sobre o caminho de Jesus é fascinante e deve ser lido, conforme orientação do próprio autor, de maneira lenta, devagar e desaceleradamente.

Quanto às três tentações que Jesus sofreu no deserto, reflitamos no seguinte:

1) tornar pedras em pão; quantas vezes não queremos usar nossa espiritualidade (Jesus) de maneira simplória e casuística, para suprimento de nossas necessidades básicas? É a tentação do consumo.

2) saltar de sobre a parte mais alta do templo; é querermos deslumbrar a multidão com milagres...é animarmos a vida tediosa com alguma aventura que produza adrenalina. É o mesmo tipo de vício daqueles que se drogam etc...acabar com a monotonia...É a tentação do entretenimento.

3) dominar o mundo; é a mania de querer ser protagonista e falar sobre liderança...de querer mandar na família, na igreja, no trabalho etc...é sentar num trono burocrático com qualquer status...isso Jesus recusou em função de relacionamentos, amor, perdão etc.

É mole ou quer mais?