Comprei esse livro porque gosto de ler os artigos do autor na Folha de São Paulo. Conheci Pondé por conta do Pavablog!
Dessa vez eu não pretendo transcrever muitos trechos, muito embora eu esteja majoritariamente de acordo com o Autor. Faço isso para não ser politicamente incorreto! rsrsrsrsrsr
Vou falar somente de uma coisa que outro dia foi tema de um caloroso debate com minha turma do mestrado: a natureza pecadora e caída do homem. Vejam o que o livro diz:
"Outra marca da praga politicamente correta assolando os 'teóricos de Deus' é a negação sistemática que fazem da ideia de homem pecador em favor da ideia de homem como bom em si, mas dominado pelo peso do capitalismo. A teologia da libertação retira do homem toda e qualquer capacidade de se ver como responsável pelo mal, a menos que ele seja rico, oprima sua mulher e seja homofóbico. Como sempre, no politicamente correto, a teologia da libertação faz do homem um mentiroso sobre si mesmo ou um 'retardado moral'"
Eu penso que nisso está o grande problema. Até os cristãos, que deveriam crer na natureza caída do homem a partir de Adão (pecado original e ação redentora de Cristo) agora estão dizendo que eles são bons e que apenas o ambiente é que os torna maus.
Isso é muito grave! Quem se acha saudável não toma remédio!
pra bom entendedor, meia palavra basta!
20 de junho de 2012
Todos nós somos humanos...limitados!
Acabei de ler o livro: "De coração para coração" do pastor Zaqueu (foto). Trata-se de crônicas e pequenos artigos que ele escreveu há muito tempo.
As meditações do pastor mostram sua humanidade e isso é muito bom. Cria no leitor uma empatia imediata, posto que todos nós somos humanos, falhos e pecadores.
Conheço pouco o Zaqueu, mas conheço bem a sua esposa, Edelweiss, que me presenteou o livro.
O melhor que pude extrair das leituras é o valor que se dá à familia. Isso nunca vai deixar de ser o grande desafio da igreja!
14 de junho de 2012
Aborto, casamento gay, pesquisa com embriões, eutanásia, suicídio, tortura, liberdade, política e religião, valores morais (...)
Peguei esse livro também emprestado com meu amigo Paulinho (P.O) e não me arrependo. É um texto muito bem escrito sobre as questões mais controvertidas e atuais, no campo da justiça.
O livro propõe-se a trazer uma reflexão filosófica acerca da justiça e seus arcabouços (o que está por trás das grandes teses), mas faz isso utilizando inúmeras narrativas e exemplos, o que além de facilitar, torna o texto uma gostosura.
Li sobre aborto, pesquisa com embriões, eutanásia, suicídio, tortura, liberdade, política e religião, valores morais, etc..certamente o livro "mexeu com minha estrutura", plagiando a canção popular...rsrsrsrsrs
É muito interessante ver alguém explicando a razão pela qual eu tenho tal opinião sobre determinado assunto...não dá para transcrever as histórias e os exemplos, pois ão longos, mas deixo apenas uma frase, no mínimo, polêmica:
"Uma política sem comprometimento moral substancial resulta numa vida cívica pobre."
O livro propõe-se a trazer uma reflexão filosófica acerca da justiça e seus arcabouços (o que está por trás das grandes teses), mas faz isso utilizando inúmeras narrativas e exemplos, o que além de facilitar, torna o texto uma gostosura.
Li sobre aborto, pesquisa com embriões, eutanásia, suicídio, tortura, liberdade, política e religião, valores morais, etc..certamente o livro "mexeu com minha estrutura", plagiando a canção popular...rsrsrsrsrs
É muito interessante ver alguém explicando a razão pela qual eu tenho tal opinião sobre determinado assunto...não dá para transcrever as histórias e os exemplos, pois ão longos, mas deixo apenas uma frase, no mínimo, polêmica:
"Uma política sem comprometimento moral substancial resulta numa vida cívica pobre."
8 de junho de 2012
O livro de Miguel Uchôa!
Com um pequeno atraso (porque o livro ficou perdido no carro de papai por uma semana), terminei o livro do Pastor Miguel Uchôa. Tenho um carinho enorme pelo autor!
Por se tratar de um guia de devocionais, teve dias que a leitura foi boa e gerou reflexão.
Mas teve dias que a leitura foi mais do que boa; foi resposta e recado de DEUS.
Recomendo a leitura, independentemente da época do ano e periodicidade!
1 de junho de 2012
“A mística não assenta sobre o extraordinário, mas é a transfiguração do ordinário.”
Eu não posso entrar em livraria. Não sou consumista, mas ali eu endoido. Esse mês eu fui numa livraria pra comprar um livro, para presentear meu orientador de mestrado, que estava aniversariando, e vi esse aí de cima, do Leonardo Boff. Já li vários dele. Não resisti e comprei.
Demorei a ler porque, depois que inventei esse mestrado, está me sobrando muito pouco tempo. O livro não é de fácil leitura, mas há trechos preciosos. Trago dois para o blog.
“Existe uma categoria intermédia entre a transcendência e a imanência: a transparência. Ela não exclui, mas inclui. Ela participa de ambas e se comunica com ambas. Transparência significa a presença da transcendência dentro da imanência.”
Nos caminhos que trilhei, imaturamente eu vivi sem equilíbrio, ora enfatizando a transcendência na minha espiritualidade (reverência e distância), ora focando em imanência (emoções e antropomorfismos)...a reflexão do texto vale a pena.
Finalizo com uma citação do livro, que tem muito a ver com o momento que estou vivendo:
“A mística não assenta sobre o extraordinário, mas é a transfiguração do ordinário.”
Isso é simplesmente fantástico. É enxergar as sarças ardendo nos desertos da vida. É ver o extraordinário nas coisas supostamente ordinárias!
Demorei a ler porque, depois que inventei esse mestrado, está me sobrando muito pouco tempo. O livro não é de fácil leitura, mas há trechos preciosos. Trago dois para o blog.
“Existe uma categoria intermédia entre a transcendência e a imanência: a transparência. Ela não exclui, mas inclui. Ela participa de ambas e se comunica com ambas. Transparência significa a presença da transcendência dentro da imanência.”
Nos caminhos que trilhei, imaturamente eu vivi sem equilíbrio, ora enfatizando a transcendência na minha espiritualidade (reverência e distância), ora focando em imanência (emoções e antropomorfismos)...a reflexão do texto vale a pena.
Finalizo com uma citação do livro, que tem muito a ver com o momento que estou vivendo:
“A mística não assenta sobre o extraordinário, mas é a transfiguração do ordinário.”
Isso é simplesmente fantástico. É enxergar as sarças ardendo nos desertos da vida. É ver o extraordinário nas coisas supostamente ordinárias!
Assinar:
Postagens (Atom)





